Filosofia Pop http://filosofiapop.com.br Filosofia como parte da cultura. Wed, 26 Jul 2017 19:17:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.8 Podcast sobre Filosofia com pitadas de referências culturais.<br /> <br /> Marcos Carvalho Lopes e Murilo Ferraz recebem convidados e conversam sobre temas filosóficos. Filosofia Pop clean Filosofia Pop muriloffranco@gmail.com muriloffranco@gmail.com (Filosofia Pop) Filosofia e cultura Filosofia Pop http://filosofiapop.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Filosofia-Pop-square-3000.jpg http://filosofiapop.com.br Quinzenal 79030534 Pausa do podcast Filosofia Pop http://filosofiapop.com.br/texto/pausa-do-podcast-filosofia-pop/ http://filosofiapop.com.br/texto/pausa-do-podcast-filosofia-pop/#respond Sun, 23 Jul 2017 23:17:20 +0000 http://filosofiapop.com.br/?p=1993 Leia mais ]]> Vamos fazer uma pausa no podcast, não temos ainda uma data para voltar mas provavelmente a pausa será de um mês.

Há duas razões que nos levaram ao fazer esta pausa. Uma é a dificuldade de encontrar convidados neste período. O mês de Julho em geral é de férias acadêmicas, fim de semestre, fechamento de diários, finalização de mestrados, doutorados etc. Muitos dos potenciais convidados não podem gravar neste período e ficou muito complicado manter a periodicidade.

Com a dificuldade de conseguirmos convidados, gravaríamos um episódio na semana passada apenas eu e o Marcos, para manter a periodicidade. Aí vem a segunda razão: na semana passada eu fui visitado pelo mosquitinho Sr. Aedes.

Na segunda comecei a passar mal, na terça tive febre alta e na quarta fui ao médico. Diagnóstico de dengue (ou Zika ou Chicungunha, difícil saber qual), gravação cancelada, atestado médico, repouso e hidratação. Estou bem agora, recuperado.

Decidimos fazer esta pausa para reorganizar a casa, ter alguma margem de segurança para trabalhar. Agradecemos a compreensão e aguardamos vocês no nosso retorno.

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Um mulato no sentido democrático e duas falas de Cinema Falado http://filosofiapop.com.br/texto/um-mulato-no-sentido-democratico-e-duas-falas-de-cinema-falado/ http://filosofiapop.com.br/texto/um-mulato-no-sentido-democratico-e-duas-falas-de-cinema-falado/#respond Mon, 17 Jul 2017 21:32:21 +0000 http://filosofiapop.com.br/?p=1978 Leia mais ]]>

“Um mulato no sentido democrático e duas falas de Cinema Falado” é uma pequena secção do ensaio “A Utopia de Caetano Veloso e a filosofia no Brasil”que esta no livro Caetano e a filosofia (UDUNISC/UFBA, 2011). . Neste pequeno trecho, descrevo um pouco sobre como o fascínio provocado pelo filme “Orfeu da Conceição” foi traduzido como busca e promessa utópica por Caetano Veloso. 

P.S.: Existem pontos que foram posteriormente problematizados no meu ensaio, em relação a abordagem das questões raciais… leia o livro!
Sou um mulato nato
No sentido lato
Mulato democrático do litoral

Caetano Veloso, Sugar Cane Fields Forever

 

Como nos diz o historiador Eric Hobsbawn, a partir da década de 60 – com o triunfo universal da sociedade de consumo de massa – as palavras que dominam a sociedade deixaram de vir de livros santos e escritores seculares para brilhar em produtos, como a música pop comercial, o cinema etc.(Hobsbawn, Eric., 1994, p.495-496) Sendo assim, tais produtos tornaram-se muito mais importantes na construção de valores e da identidade. No caso do Brasil talvez fosse possível até pensar, com alguma ironia, em uma espécie de inconsciente musical brasileiro, que construiu um importante vínculo para a memória coletiva e, de quando em quando, “salta” em nossa voz, trazendo a tona desejos e promovendo formas de subjetividade. No entanto, neste tópico quero ressaltar algumas cenas de cinema.

O filme Orfeu Negro, dirigido pelo francês Marcel Camus, conquistou em 1959 a Palma de Ouro no Festival de Cannes, assim como o Oscar de melhor filme estrangeiro. Baseado no texto de Orfeu da Conceição, peça em que Vinicius de Moraes transpôs para uma favela carioca em dias de carnaval a tragédia grega de Orfeu e Eurídice, o filme contava com canções como A Felicidade (“tristeza não tem fim/ felicidade sim…”), de letra do poeta e música de Tom Jobim. Apesar de ter sido gravado antes do marco inicial da Bossa Nova (o filme foi feito em 1958), ficou a posteriori com ela associado e serviu para divulgar a força da canção popular brasileira.  O filme ganhou a Palma de Ouro e o Oscar de melhor filme estrangeiro e não agradou ao público brasileiro que não se reconheceu na tela, como notou Caetano, “o contraste entre o fascínio que Orfeu negro exerceu no exterior e o desprezo que lhes dedicaram os brasileiros é tão gritante que convida a reflexão sobre à solidão do Brasil” (Veloso, Caetano.,2005, p. 23). Da mesma forma que aconteceu com Carmem Miranda, parece haver um descompasso entre o olhar estrangeiro sobre o Brasil e a forma como por aqui mesmo nos vemos (ou queremos ser vistos).

Contudo, uma jovem branca de 16 anos assistiu naquele ano de lançamento o filme e o achou maravilhoso. Foi o primeiro filme estrangeiro que assistiu e nunca mais conseguiu esquecer. Na verdade, marcou tanto sua vida que mais tarde, nos anos 80, insistiu em levar seus filhos ao cinema para que assistissem juntos ao filme que havia lhe causado tanto fascínio. Nesta sessão, seu filho, que nasceu do casamento com um negro, logo se entediou com aquela história simples e com aqueles brasileiros negros e mulatos alienados, cantarolando sambas, tocando violão e dançando em uma favela. Ele, um estudante engajado não conseguia entender e se identificar com aquele comportamento. No meio da projeção decidiu que já havia visto o suficiente e se virou para a mãe para perguntar se ela queria ir embora.[1] Explica que então viu que o rosto de sua mãe,

iluminado pelo brilho azul da tela, estava tomado por um ar nostálgico. Naquele momento, senti como se uma janela tivesse sido aberta para o seu coração, o coração irrefletido da sua juventude. Subitamente, percebi que a representação dos jovens negros, que eu via agora na tela, (…) era o que minha mãe havia levado com ela para o Havaí muitos anos antes, uma reflexão das fantasias simples que haviam sido proibidas a uma garota de classe média branca do Kansas, a promessa de uma outra vida: quente, sensual, exótica, diferente) . (Obama, Barack., 2008, p. 141-142)

Aquele jovem, de nome Barack Hussein Obama, seria eleito em 2009 o primeiro presidente negro dos Estados Unidos da América. A visão de um modo de convivência diferente, que tanto fascinou sua mãe, causou impacto em sua percepção das possibilidades de forma de vida. Por conta desta história, a imprensa brasileira brincou com a idéia de que Vinicius de Moraes havia sido uma espécie de “padrinho” da relação da qual nasceu Obama. A peça de Vinicius deu oportunidade para que pela primeira vez atores negros protagonizassem uma peça de Teatro no Brasil, além disso, como avalia Caetano, o poeta, “transpondo o mito de Orfeu para as favelas cariocas, coroava a vitória do projeto brasileiro de guindar o samba à forma de expressão privilegiada da nacionalidade”(Veloso, Caetano., 2005, p.23). Está é a primeira “cena de cinema” que queria contar.

A segunda é efetivamente cena de um filme experimental da metade da década de 80. Um americano com pose de playboy, escorado em um carro afirma em inglês que “Os Estados Unidos são o país mais velho do século XX. No meio do século XIX nós já estávamos no século XX, enquanto alguns países ainda estão no século passado”. Um menino com uma bola murcha improvisada como chapéu, sentado em uma bicicleta que está de cabeça para baixo, olhando para a câmera contrapõe:“O Brasil ainda não chegou lá, mas pode ser o primeiro país do século XXI”.

Noutra cena deste mesmo filme experimental, filmada de modo a satirizar o tipo de planos de imagem que dominam as telenovas brasileiras,  há um diálogo entre um casal que se pergunta pelo lugar do cinema e da cultura pop no Brasil. Nele se ouve a seguinte reflexão sobre o país:

Seu desequilíbrio entre pobreza e riqueza, arcaísmo e modernidade, ignorância e sofisticação o Brasil é ambiente propício para esses deslocamentos. Julio Bressane experimenta porque o Brasil vai precisar. Nós fazemos o filme para o sonho, não que a realidade permita. (Silêncio) Formas bastardas de expressão, como o cinema, a tevê e a canção popular tendem a ganhar demasiada importância entre nós, não porque somos pobres e incultos, mas, sobretudo porque emboçamos um mundo novíssimo.

Este filme, que multiplica conversas e questões que inquietam seu diretor, é o único longa-metragem de Caetano Veloso e tem por nome Cinema Falado.

[1] Vinicius de Moraes, quando do lançamento do filme, saiu da sala antes do final da sessão alegando que sua peça havia sido desfigurada. Mas a dimensão caricata do filme estava sob medida para o que os olhos estrangeiros esperavam ver.

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Filosofia Pop #049 – Novela Brasileira e Filosofia http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-049-novela-brasileira-e-filosofia/ http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-049-novela-brasileira-e-filosofia/#respond Mon, 10 Jul 2017 08:30:44 +0000 http://filosofiapop.com.br/?p=1964 Leia mais ]]>

Murilo Ferraz e Marcos Carvalho Lopes recebem Ronie Silveira, Doutor em Psicologia, Mestre em Filosofia e organizador de diversos livros para falar sobre a novela brasileira e Filosofia.

Outros episódios com Ronie Silveira:
Filosofia Pop #008 – Filosofia e Cultura Brasileira
Filosofia Pop #026 – Carnaval e Filosofia
Filosofia Pop #036 – Religiosidade Brasileira

Neste episódio temos um trecho do ensaio A Aura da Ironia, interpretados pela atriz Maria Elisa.

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Vamos nos encontrar aqui a cada duas semanas para iniciar conversas filosóficas, sempre às segundas-feiras, e continuar o papo com vocês nos comentários e redes sociais.

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Sobre o Ronie Silveira

Ronie Silveira
Ronie Silveira é graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Goiás, possui mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutorado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. É professor na Universidade Federal do Sul da Bahia.

Ronie editou diversos livros sobre Filosofia e Cultura Brasileira .

Site de Ronie Silveira
Site da Editora Fi
Livro O Carnaval e a Filosofia
Currículo Lattes


Comentados no episódio

1h20m50s – Indicações de livros, músicas e vídeos

Indicações do Ronie:

[Livro] Ronie Silveira – A novela brasileira e a Filosofia

Indicações do Marcos:

[Filme] A Negação do Brasil – O negro nas telenovelas brasileiras
[Livro] Renato Janine Ribeiro – O Afeto Autoritário
[Livro] Ismail Xavier – Coleção Encontros

Indicações do Murilo:

[Novela] Paraíso Tropical

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http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-049-novela-brasileira-e-filosofia/feed/ 0 Murilo Ferraz e Marcos Carvalho Lopes recebem Ronie Silveira, Doutor em Psicologia, Mestre em Filosofia e organizador de diversos livros para falar sobre a novela brasileira e Filosofia. Outros episódios com Ronie Silveira: Filosofia Pop #008 – Filosof... Murilo Ferraz e Marcos Carvalho Lopes recebem Ronie Silveira, Doutor em Psicologia, Mestre em Filosofia e organizador de diversos livros para falar sobre a novela brasileira e Filosofia. Outros episódios com Ronie Silveira: Filosofia Pop #008 – Filosofia e Cultura… Leia mais → Filosofia Pop clean 1:45:14 1964
Filosofia Pop #048 – Filosofar e Ensinar a Filosofar http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-048-filosofar-e-ensinar-a-filosofar/ http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-048-filosofar-e-ensinar-a-filosofar/#comments Mon, 26 Jun 2017 08:30:32 +0000 http://filosofiapop.com.br/?p=1936 Leia mais ]]>

Murilo Ferraz e Marcos Carvalho Lopes recebem Gonçalo Armijos Palácios, professor de Filosofia da Universidade Federal de Goiás, Regional Goiás, doutor em Filosofia pela Pontificia Universidad Católica Del Ecuador, com doutorado e pós-doutorado em Filosofia pela Indiana University para falar sobre Filosofar e Ensinar a Filosofar.

Neste episódio temos os textos Submissão transvestida e O sentido da pena de morte, de Gonçalo Armijos Palácios, interpretados pela atriz Maria Elisa.

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Sobre o Gonçalo

Gonçalo Armijos palácios
Possui graduação e doutorado em Filosofia pela Pontificia Universidad Católica Del Ecuador (1978 e 1982, respectivamente) e doutorado em Filosofia pela Indiana University (1989). Realizaou estudos de pós-doutorado na Indiana University em 1996 e 1997. Desde1992 é professor titular da Universidade Federal de Goiás. Tem experiência na área de Filosofia, atuando principalmente nos seguintes temas: filosofia, metafilosofia, filosofia política e ensino de filosofia. Participou do Grupo de Sustentação para a criação do GT Filosofar e Ensinar a Filosofar, em 2006, do qual foi seu primeiro coordenador eleito. Foi o fundador do Curso de Pós-Graduação em Filosofia da UFG (1983), da revista Philósophos (1986), do Curso de Graduação em Filosofia da cidade de Goiás da UFG, em 2008, e participou da criação do Campus Cidade de Goiás da UFG em 2009.

Currículo Lattes do Gonçalo
III Seminário sobre o Ensino de Filosofia


Comentados no episódio

1h03m30s – Indicações de livros, músicas e vídeos

Indicações do Gonçalo:

[Filme] Rio Violento (1960)
[Filme] O Vento Será Tua Herança (1960)
[Filme] O Sol é Para Todos (1962)
[Filme] O Velho e o Mar (1958)
[Música] Jorge Cafrunes – Coplas del Payador Perseguido

Indicações do Marcos:

[Livro] Gonçalo Armijos Palácios – De como fazer filosofia sem ser grego, estar morto ou ser gênio
[Livro] Gonçalo Armijos Palácios – Alheio Olhar
[Livro] Gonçalo Armijos Palácios – Os precursores da crise global
[Livro] Marcos Nobre e José Marcio Rego – Conversa com Filósofos Brasileiros
[Livro] Sergio Schaefer e Ronie A. T. da Silveira – Caetano e a Filosofia

Indicações do Murilo:

[Vídeo] Maria Elisa Interpreta “Novo mundo, velhas filosofias”

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http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-048-filosofar-e-ensinar-a-filosofar/feed/ 7 Murilo Ferraz e Marcos Carvalho Lopes recebem Gonçalo Armijos Palácios, professor de Filosofia da Universidade Federal de Goiás, Regional Goiás, doutor em Filosofia pela Pontificia Universidad Católica Del Ecuador, Murilo Ferraz e Marcos Carvalho Lopes recebem Gonçalo Armijos Palácios, professor de Filosofia da Universidade Federal de Goiás, Regional Goiás, doutor em Filosofia pela Pontificia Universidad Católica Del Ecuador, com doutorado e pós-doutorado em Filosofia pela Indiana University para falar… Leia mais → Filosofia Pop clean 1:16:57 1936
A filosofia africana em busca da diversidade – Marcos Carvalho Lopes http://filosofiapop.com.br/texto/a-filosofia-africana-em-busca-da-diversidade-marcos-carvalho-lopes/ http://filosofiapop.com.br/texto/a-filosofia-africana-em-busca-da-diversidade-marcos-carvalho-lopes/#respond Tue, 20 Jun 2017 01:12:40 +0000 http://filosofiapop.com.br/?p=1927 Leia mais ]]>

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http://filosofiapop.com.br/texto/a-filosofia-africana-em-busca-da-diversidade-marcos-carvalho-lopes/feed/ 0 1927
Não teremos episódio hoje. http://filosofiapop.com.br/texto/nao-teremos-episodio-hoje/ http://filosofiapop.com.br/texto/nao-teremos-episodio-hoje/#respond Mon, 12 Jun 2017 12:02:48 +0000 http://filosofiapop.com.br/?p=1920 Nesta segunda não teremos episódio do podcast Filosofia Pop.

Voltaremos no dia 26 com um novo episódio.

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http://filosofiapop.com.br/texto/nao-teremos-episodio-hoje/feed/ 0 1920
Lançamento do livro “Novela Brasileira e Filosofia” http://filosofiapop.com.br/texto/lancamento-do-livro-novela-brasileira-e-filosofia/ http://filosofiapop.com.br/texto/lancamento-do-livro-novela-brasileira-e-filosofia/#respond Thu, 08 Jun 2017 02:23:37 +0000 http://filosofiapop.com.br/?p=1916 Leia mais ]]> Já está disponível para compra o livro A Novela Brasileira e a Filosofia em edição especial de lançamento.

São 25 exemplares iniciais que estão disponibilizados com uma capa especial promocional. O objetivo é cobrir os custos de editoração com a venda destes exemplares iniciais e assim garantir a publicação e a disponibilização do livro em PDF para download gratuito.

“Após a venda de todos exemplares exclusivos, que são um total de 25, o livro começará a ser distribuído livremente pela página, digital em formato PDF, cumprindo com a proposta da editora de acesso aberto. As encomendas de impressos também serão normalizadas, com a capa padrão de livro, sem o selo e o formato da capa exclusiva.

Todos os compradores dessa Edição de Lançamento terão seus nomes destacados na página da web do livro, numa espécie de Hall da Fama, assim como no miolo da edição padrão, como uma forma de agradecimento pelo incentivo para o lançamento.

Não perca essa oportunidade de fazer parte da história do crescimento do pensamento filosófico no Brasil!”

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http://filosofiapop.com.br/texto/lancamento-do-livro-novela-brasileira-e-filosofia/feed/ 0 1916
Filosofia Pop #047 – Sérgio Buarque de Holanda http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-047-sergio-buarque-de-holanda/ http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-047-sergio-buarque-de-holanda/#comments Mon, 29 May 2017 08:30:31 +0000 http://filosofiapop.com.br/?p=1898 Leia mais ]]>

Murilo Ferraz e Marcos Carvalho Lopes recebem Filipe Figueiredo, formado em História pela Universidade de São Paulo (USP) e criador do site Xadrez Verbal, para falar sobre Sérgio Buarque de Holanda.

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Sobre o Filipe Figueiredo

Filipe Figueiredo
Filipe Figueiredo é graduado em História pela USP, criador do site Xadrez Verbal, que tem canal no YouTube e podcast do mesmo nome. Criador do podcast Fronteiras Invisíveis do Futebol, escreve os roteiros e narra os vídeos do Nerdologia de História.

Site Xadrez Verbal
Canal do Xadrez Verbal
Canal Nerdologia
Twitter do Xadrez Verbal


Comentados no episódio

0h01m20s – Pauta principal
Sérgio Buarque de Holanda
Sérgio Buarque de Holanda
(11/07/1902 São Paulo, São Paulo – 24/04/1982 São Paulo, São Paulo)
1h49m50s – Indicações de livros, músicas e vídeos

Indicações do Filipe Figueiredo:

[Livro] Sérgio Buarque de Holanda – Raízes do Brasil
[Livro] Thiago Lima Nicodemo – Urdidura do Vivido
[Livro] Sérgio Buarque de Holanda – Visão do Paraíso
[Filmes] Raízes do Brasil

Indicações do Marcos

[Livro] João Cezar de Castro Rocha – Literatura e cordialidade
[Livro] João Cezar de Castro Rocha – Nenhum Brasil Existe
[Livro] Jessé Souza – A tolice da inteligência brasileira
[Filme] Casa Grande (2014)

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http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-047-sergio-buarque-de-holanda/feed/ 8 Murilo Ferraz e Marcos Carvalho Lopes recebem Filipe Figueiredo, formado em História pela Universidade de São Paulo (USP) e criador do site Xadrez Verbal, para falar sobre Sérgio Buarque de Holanda. Se você não conhece ainda a mídia podcast e… Leia mais → Murilo Ferraz e Marcos Carvalho Lopes recebem Filipe Figueiredo, formado em História pela Universidade de São Paulo (USP) e criador do site Xadrez Verbal, para falar sobre Sérgio Buarque de Holanda. Se você não conhece ainda a mídia podcast e… Leia mais → Filosofia Pop clean 2:08:49 1898
Filosofia Pop #046 – Aristóteles http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-046-aristoteles/ http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-046-aristoteles/#comments Mon, 15 May 2017 08:30:46 +0000 http://filosofiapop.com.br/?p=1885 Leia mais ]]>

Murilo Ferraz e Marcos Carvalho Lopes recebem Susana de Castro, Doutora em Filosofia e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para falar sobre Aristóteles.

A professora Susana já participou do episódio #009 – Feminismo.

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Sobre a Susana de Castro


Susana de Castro é doutora em Filosofia pela Ludwig Maximilian Universität München, professora de filosofia e do programa em pós-graduação em filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), autora de livros sobre Filosofia e coordenadora do laboratório Antígona de Filosofia e Gênero.

Site da Pós-graduação em Filosfia da UFRJ
Laboratório Antígona de Filosofia e Gênero
Página da #partidA no Facebook
Texto sobre o livro Filosofia e Gênero no Filosofia Pop
Currículo Lattes da Susana de Castro


Comentados no episódio

0h57m00s – Indicações de livros, músicas e vídeos

Indicações da Susana:

[Livro] Susana de Castro – Três formulações do objeto da Metafísica de Aristóteles
[Livro] Susana de Castro – A teoria aristotélica da substância
[Livro] Susana de Castro – As mulheres das tragédias gregas
[Livro] Aristóteles – Retórica

Indicações do Marcos:

[Livro] Martha Nussbaum – A fragilidade da bondade
[Livro] Bryan Magee – Os Grandes Filósofos
[Livro] James Miller – Vidas Investigadas
[Livro] Aristóteles – Ética a Nicômaco
[Livro] Martha Nussbaum – Fronteiras da Justiça

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http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-046-aristoteles/feed/ 5 Murilo Ferraz e Marcos Carvalho Lopes recebem Susana de Castro, Doutora em Filosofia e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para falar sobre Aristóteles. A professora Susana já participou do episódio #009 – Feminismo. Murilo Ferraz e Marcos Carvalho Lopes recebem Susana de Castro, Doutora em Filosofia e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para falar sobre Aristóteles. A professora Susana já participou do episódio #009 – Feminismo. Se você não… Leia mais → Filosofia Pop clean 1:04:04 1885
Em Salvador dia 31 de Maio: II Seminário de Filosofia africana http://filosofiapop.com.br/texto/em-salvador-dia-31-de-maio-ii-seminario-de-filosofia-africana/ http://filosofiapop.com.br/texto/em-salvador-dia-31-de-maio-ii-seminario-de-filosofia-africana/#respond Tue, 09 May 2017 03:52:42 +0000 http://filosofiapop.com.br/?p=1858 Leia mais ]]>

Dia 31 de Maio na UCSal durante a Semana da África vai acontecer o I Seminário Internacional de Sociologia africana e o II Seminário Internacional de filosofia africana. O evento é organizado pelo professor Bas´Ilele Malomalo. Mais informações no cartaz abaixo ou pelo email: semanadaafricaucsal@gmail.com.

O Brasil é a segunda nação com maior população negra do mundo. Perde somente da Nigéria. Comporta, conforme o censo do IBGE de 2010, cerca de 51% de pessoas autodeclaradas negras, isto é, pretas e pardas. A Bahia, especificamente, nos territórios de Recôncavo baiano e de Salvador, concentra um nível elevado de negros e negras. O Instituto do Desenvolvimento da Diáspora Africana no Brasil, o Grupo de pesquisa África-Brasil; Produção de Conhecimento, Sociedade Civil, Desenvolvimento e Cidadania Global/CNPq/UNILAB e o Grupo de Pesquisa em Antropologia das Cidades/UCSAL (Coordenadora Julie Lourau); além de direcionar seus trabalhos de investigação e intervenção social para a população de afrodescendentes, desenvolvem atividades de promoção de direitos de cidadania para imigrantes africanos/as no Brasil, que hoje estão em torno de 31 mil. O evento em pauta dá continuidade ao I Seminário de Filosofia Africana organizado, em 2016, pelos Grupo de Pesquisa Narrativa e Educação (Coordenador Marco Carvalho Lopes) e Grupo de Pesquisa África-Brasil (Coordenador Bas´Ilele Malomalo); e faz emergir duas novas ações I Semana da África na Ucsal e I Seminário Internacional de Sociologia Africana. A caracterização do evento em “internacional” é devido à composição do seu público e dos/as pesquisadores/as integrantes das mesas que são de vários países: Angola, Brasil, Cabo Verde, Itália, Guiné Bissau, França, Moçambique, São Tomé e Príncipe, República Democrática do Congo. Isso ocorre porque a Unilab é uma universidade pública brasileira com um corpo docente e discente internacionais. De fato, os conhecimentos, valores e estéticas a serem produzidos durante o evento, obedecem aos princípios da interdisciplinaridade dos Estudos Africanos, em que cada pesquisador/a parte da sua área de especialidade e cria diálogos consigo mesmo e junto com o seu público. Essa perspectiva é compreendida como a feitura da encruzilha do belo, político, ético, espiritual e epistemológico emancipatórios. É tudo o que esperamos que aconteça na realização da primeira semana da África na UCSAL. Pois, o 25 de maio remete a celebração da luta pela descolonização do continente. Ora, entre os/as negros/as brasileiros/as, mulheres e povos indígenas existem outras datas comemorativas, 13 de maio, 8 de março, 19 de abril, que não fogem das polêmicas e questionamentos por serem objetos de disputas políticas, de escrita de histórias e manutenção de identidades individuais e coletivas. O que nos interessa é a dimensão da crítica emancipatória que movem esses sujeitos históricos. É ela que faz com que a perspectiva africana, afrodescendente, feministas e indígenas, de forma geral, de epistemologia sejam decoloniais e libertadoras.

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