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Hegel, os gregos e o grande paradoxo da filosofia

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O texto discute a concepção de Georg Wilhelm Friedrich Hegel sobre a história da filosofia como um processo único e cumulativo, no qual cada filósofo contribui para o desenvolvimento de uma única filosofia. Em contraste com a visão do jovem Ludwig Wittgenstein, que via grande parte da filosofia anterior como um conjunto de enunciados sem sentido, Hegel entende a tradição filosófica como um movimento histórico contínuo em direção à autoconsciência da própria filosofia. O autor problematiza essa ideia ao recorrer à noção de incomensurabilidade das teorias filosóficas, associada à filosofia da ciência de Thomas Kuhn. Surge então um paradoxo: se a filosofia se desenvolve historicamente rumo à compreensão de sua essência, os próprios filósofos — desde os gregos até os modernos — contribuíram para esse processo sem saber plenamente o que estavam criando. Leia mais

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#243 – De Wittgenstein às Redes de Sentido, com Laurenio Sombra

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Neste episódio do podcast Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Laurenio Sombra sobre a filosofia de Ludwig Wittgenstein e as transformações de seu pensamento entre o Tractatus Logico-Philosophicus e as Investigações Filosóficas. A conversa explora a passagem de uma concepção lógica e formal da linguagem para uma visão pragmática e plural, marcada pelas formas de vida, pelos jogos de linguagem e pelas redes de sentido que estruturam a comunicação humana. O episódio discute como essa virada influencia a filosofia contemporânea e oferece caminhos para pensar linguagem, significado e filosofia fora de sistemas rígidos, aproximando Wittgenstein de perspectivas mais abertas e relacionais. Leia mais