0

#249 – Futebol, com Sepp Gumbrecht

1184a67f 0b1a 4745 b184 aa6b67eb9ed6

No episódio 249 do podcast Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Hans Ulrich “Sepp” Gumbrecht sobre futebol. Professor emérito de Literatura Comparada, Francês e Italiano da Universidade Stanford, Gumbrecht desenvolveu uma obra que atravessa a teoria literária, a filosofia,… Leia mais

0

Diálogo com Fátima Mimbire

29f3eb82 77f1 43f1 b8ed 83c9b95d391a

Lutar por Moçambique hoje: a dignidade como condição da República Severino Ngoenha25 de julho de 2026 O Atelier Filosófico prosseguiu o ciclo de reflexões dedicado ao tema Lutar por Moçambique Hoje, inspirado na obra homónima de Eduardo Mondlane. Desde o início, este percurso… Leia mais

0

Da floresta do leão à terra da leoa

5d479013 2b8a 4e2a ac2d 61a90c59a182

A nova consciência histórica e política da África por Filomeno Lopes* “A floresta é minha”, diz o leão; “é nossa”, corrige a leoa. Como é possível que, ao longo destes cinquenta ou sessenta anos de independência dos países africanos, o leão… Leia mais

0

Atelier Filosófico na Beira III

beira3

A literatura, a música e a criação artística como a fundadora pré-história da nossa consciência nacional. 17 de julho de 2026 A realização do Atelier Filosófico na cidade da Beira constituiu um dos momentos mais significativos da história desta iniciativa… Leia mais

0

A filosofia como profecia secular e responsabilidade pública

ChatGPT Image 12 de jun. de 2026 12 57 46

O texto reflete sobre a ideia de “profecia secular” como imagem da responsabilidade pública da filosofia em Moçambique. A partir da leitura feita por Dom Ernesto Maguengue do livro Memento para Moçambique, Severino Ngoenha interpreta a figura do filósofo não como rei, sacerdote ou técnico da legitimação, mas como alguém capaz de dizer ao poder o que ele não quer ouvir e à comunidade aquilo que ela prefere esquecer. A evocação do profeta Ageu permite pensar o “templo em ruínas” como metáfora da República, da memória pública, da justiça e da dignidade comum. A filosofia aparece, assim, como reconstrução da linguagem coletiva: uma prática crítica que nomeia feridas, enfrenta esquecimentos administrados e afirma Moçambique não apenas como objeto de estudo, mas como lugar legítimo de pensamento, criação conceitual e responsabilidade histórica. Leia mais

0

O Outro no Mesmo

ChatGPT Image 2 de jun. de 2026 09 04 58

texto argumenta que o ensino tradicional de filosofia precisa superar o seu eurocentrismo histórico para atender a uma realidade escolar que se tornou profundamente multicultural e globalizada.
Para isso, o autor propõe o uso da hermenêutica e a adoção de uma “filosofia intercontinental”, abordagens que permitem traduzir e interpretar diferentes visões de mundo de forma integrada e horizontal.
Essa perspectiva inclusiva valoriza o pensamento de outras tradições, como as filosofias africanas, a literatura e a arte, buscando integrar a alteridade e reconhecer o “Outro no Mesmo” na sala de aula. Leia mais