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Da floresta do leão à terra da leoa

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A nova consciência histórica e política da África por Filomeno Lopes* “A floresta é minha”, diz o leão; “é nossa”, corrige a leoa. Como é possível que, ao longo destes cinquenta ou sessenta anos de independência dos países africanos, o leão… Leia mais

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Atelier Filosófico na Beira III

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A literatura, a música e a criação artística como a fundadora pré-história da nossa consciência nacional. 17 de julho de 2026 A realização do Atelier Filosófico na cidade da Beira constituiu um dos momentos mais significativos da história desta iniciativa… Leia mais

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A filosofia como profecia secular e responsabilidade pública

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O texto reflete sobre a ideia de “profecia secular” como imagem da responsabilidade pública da filosofia em Moçambique. A partir da leitura feita por Dom Ernesto Maguengue do livro Memento para Moçambique, Severino Ngoenha interpreta a figura do filósofo não como rei, sacerdote ou técnico da legitimação, mas como alguém capaz de dizer ao poder o que ele não quer ouvir e à comunidade aquilo que ela prefere esquecer. A evocação do profeta Ageu permite pensar o “templo em ruínas” como metáfora da República, da memória pública, da justiça e da dignidade comum. A filosofia aparece, assim, como reconstrução da linguagem coletiva: uma prática crítica que nomeia feridas, enfrenta esquecimentos administrados e afirma Moçambique não apenas como objeto de estudo, mas como lugar legítimo de pensamento, criação conceitual e responsabilidade histórica. Leia mais

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O Outro no Mesmo

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texto argumenta que o ensino tradicional de filosofia precisa superar o seu eurocentrismo histórico para atender a uma realidade escolar que se tornou profundamente multicultural e globalizada.
Para isso, o autor propõe o uso da hermenêutica e a adoção de uma “filosofia intercontinental”, abordagens que permitem traduzir e interpretar diferentes visões de mundo de forma integrada e horizontal.
Essa perspectiva inclusiva valoriza o pensamento de outras tradições, como as filosofias africanas, a literatura e a arte, buscando integrar a alteridade e reconhecer o “Outro no Mesmo” na sala de aula. Leia mais

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#248 – Cosmopoética da Justiça, com Renan Porto

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No episódio #247 do Podcast Filosofia Pop, conversamos com o professor Renan Porto sobre sua trajetória intelectual e sobre o livro Nas Brechas dos Futuros Cancelados: do Pesadelo Ciborgue à Queda do Céu. Da experiência de crescer em uma comunidade… Leia mais

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Diálogo com Carlos Martins

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No ensaio “Diálogo com Carlos Martins”, Severino Ngoenha reflete sobre a importância ética e política de não desistir de Moçambique. Num contexto em que as instituições democráticas enfrentam uma profunda crise de confiança, o autor defende que a luta contemporânea pelo país não passa apenas por reformas institucionais, mas pela recusa do desencanto e do abandono. A “ética da permanência” surge como a forma mais profunda de resistência: continuar a acreditar na possibilidade de um espaço comum justo, mesmo diante das fragilidades do presente. Carlos Martins traz a ideia de que preservar a esperança coletiva e o cuidado com as instituições é hoje a principal forma de lutar por Moçambique. Leia mais

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#247 – Ciganos, com Phillipe Cupertino

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No episódio #247 – Ciganos, o podcast filosofia pop recebe Phillipe Cupertino para uma conversa sobre identidade, direitos e os desafios enfrentados pelos povos ciganos. O episódio discute como estereótipos e imagens cristalizadas ajudam a produzir formas de exclusão, problematizando ideias comuns sobre nomadismo, cultura e pertencimento. Uma reflexão sobre diversidade, reconhecimento e a necessidade de olhar para além dos rótulos. Leia mais