O Outro no Mesmo
texto argumenta que o ensino tradicional de filosofia precisa superar o seu eurocentrismo histórico para atender a uma realidade escolar que se tornou profundamente multicultural e globalizada.
Para isso, o autor propõe o uso da hermenêutica e a adoção de uma “filosofia intercontinental”, abordagens que permitem traduzir e interpretar diferentes visões de mundo de forma integrada e horizontal.
Essa perspectiva inclusiva valoriza o pensamento de outras tradições, como as filosofias africanas, a literatura e a arte, buscando integrar a alteridade e reconhecer o “Outro no Mesmo” na sala de aula. Leia mais
