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Carnaval (e carnavalização) entre o Renascimento e a Globalização

ChatGPT Image 12 de fev. de 2026 23 05 46

O texto analisa o carnaval como chave interpretativa da cultura ocidental, partindo da leitura de Mikhail Bakhtin, para quem a festa medieval instaurava um “segundo mundo” de inversões simbólicas, riso coletivo e suspensão provisória das hierarquias. Em diálogo crítico com Umberto Eco, Slavoj Žižek e Zygmunt Bauman, o ensaio mostra como essa lógica carnavalesca se transforma na modernidade tardia: de ritual popular potencialmente subversivo, ela passa a operar como forma difusa de espetáculo, consumo e entretenimento permanente. A carnavalização deixa então de ser exceção para tornar-se traço estrutural da vida contemporânea, marcada pela mídia, pelo mercado e por identidades cada vez mais fluidas. Leia mais

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A Identidade Ferida

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Correspondência sobre Juventude, Nação e Responsabilidade Severino Ngoenha & Ivo Garrido Eu nasci nos finais dos anos 70, vi um pouco Samora Machel, ouvi várias vezes em vida, através da rádio. Eu me lembro, havia nos moçambicanos um espírito patriótico, isto… Leia mais