Convite à falsificação (III)
No terceiro artigo da série “Convite à falsificação” (2001) Gonçalo Armijos Palácios problematiza a forma como Marilena Chauí (1995) descreveu a revolução kantiana na filosofia Leia mais
No terceiro artigo da série “Convite à falsificação” (2001) Gonçalo Armijos Palácios problematiza a forma como Marilena Chauí (1995) descreveu a revolução kantiana na filosofia Leia mais
Recebemos a filósofa Marcia Cavalcante para uma conversa sobre René Descartes. Leia mais
Na segunda parte de “Convite à falsificação” (de 2001) Gonçalo Armijos Palácios problematizou a forma como a alegoria da Caverna foi descrita por Marilena Chauí no livro Convite à Filosofia (1995) Leia mais
Texto seminal de 2001 de Gonçalo Armijos Palácios: A tese de que a filosofia ensina a pensar criticamente parte da falsa imagem do filósofo como alguém afastado dos assuntos humanos. Leia mais
Do ponto de vista quantitativo, nunca se fez tanta filosofia como hoje. Porém, como muitos atos de pensamento, o ato de filosofar é um que se exercita em extrema solidão. Leia mais
Anton Wilhelm Amo Afro e a filosofia africana na modernidade Leia mais
Marcos Carvalho Lopes apresenta a primeira parte de “Um panorama da filosofia africana no Brasil” tratando da questão da existência da filosofia africana no Brasil Leia mais
Severino Ngoenha e Carlos Carvalho questionam o que pode fazer a filosofia. Leia mais
A historicidade do pensamento determina a historicidade dos conceitos que nossa fala exprime . Texto de Gonçalo Armijos Palácios. Leia mais
Basta referir que a “Inscrição de Shabaka” está situada no tempo, dois mil anos antes de Tales de Mileto. Para saber mais sobre a história da filosofia faraónica é recomendável a leitura do livro publicado pelo filósofo congolês a respeito do qual o falecido filósofo democrata-congolês, Tshiamelanga Ntumba, escreveu o seguinte: “[…] o professor Obenga nos oferece, enfim, uma autêntica história da filosofia africana começando verdadeiramente pelo princípio”. Leia mais