Anton Wilhelm Amo Afro e o “Ciclo Moderno”
Anton Wilhelm Amo Afro e a filosofia africana na modernidade Leia mais
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Basta referir que a “Inscrição de Shabaka” está situada no tempo, dois mil anos antes de Tales de Mileto. Para saber mais sobre a história da filosofia faraónica é recomendável a leitura do livro publicado pelo filósofo congolês a respeito do qual o falecido filósofo democrata-congolês, Tshiamelanga Ntumba, escreveu o seguinte: “[…] o professor Obenga nos oferece, enfim, uma autêntica história da filosofia africana começando verdadeiramente pelo princípio”. Leia mais
O historiador Derek R Peterson descreve como o falecido John Mbiti é elogiado por indigenizar o cristianismo. No entanto, sua veneração da tradição “africana” também serviu como justificativa teológica para o governo autoritário da Uganda. Leia mais
Luís Kandjimbo apresenta a iconoclasta filósofa nigeriana Sophie Oluwole e o novo cânone filosófico Leia mais
Contrariamente ao que se lê nos manuais europeus, a retórica, enquanto arte de bem falar e de praticar actos discursivos na dialéctica argumentativa, não foi “inventada” nem “descoberta” por Córax ou Tísias em Siracusa ou Atenas, cidades da Grécia, no século V a.C. As pesquisas e a interpretação de textos filosóficos do Egipto Antigo permitem provar isso mesmo. Leia mais
O episódio Questões para a filosofia africana virou livro e aqui e está disponível gratuitamente em pdf. Baixe, leia, compartilhe e continue esse diálogo! Leia mais
Luís Kandjimbo mostra como a “Instrução de Ptahhotep” trás principios éticos e espistemológicos que desmascaram a versão eurocentrica sobre a origem da filosofia. Leia mais
Nesta entrevista, realizada em 2016 e publicada na revista Capoeira Humanidades e Letras, o professor Ezio Lorenzo Bono fala sobre seu trabalho Muntuísmo, que tem um lugar muito importante na construção das pesquisas sobre a filosofia africana em língua portuguesa Leia mais
Cornel West escreve sobre o legado de Franz Fanon Leia mais
“Todo o filósofo ou académico (da Academia fundada por Platão depois dos dissabores com Dionísio I) deve ousar (audi) tomar a palavra em público (é o que Kant chama de Iluminismo), e quando o faz realiza, por sua vez, a sua viagem a Siracusa melhor, a Moça-cusa ou às afro-cusas do nosso mundo, cada vez mais pequeno e grande ao mesmo tempo.” Leia mais