0

A filosofia anti-colonial nos PALOP – IV

O casamento e um edificio que deve ser reconstruido todos os dias.

De que falamos, afinal, quando nos interrogamos acerca da classificação a atribuir à Filosofia Anti-colonial nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa? Trata-se de uma escola filosófica ou apenas de uma família filosófica? Uma taxonomia ou classificação do que pode ser Filosofia Anti-colonial dos PALOP não corresponderá, mais propriamente, ao trabalho típico da História das Ideias? Leia mais

0

A filosofia anti-colonial nos PALOP – III

Roxo Brilhante e Negrito Saude Fitness Liquidacao Post para Instagram 59

Kandjimbo defende a dignidade da filosofia artística e literária edificada através da actividade ensaística, jornalística e do trabalho académico de intelectuais, críticos literários e escritores dedicado às artes e literaturas dos PALOP, em toda a segunda metade  do século XX. Leia mais

1

Os primeiros 50 anos da vida  post mortem de  Cabral

O casamento e um edificio que deve ser reconstruido todos os dias.

O que faremos nos próximos cinquenta anos dos ideais e espírito de Cabral depende nós: abandoná-lo a conferências, prémios, fundações, estudos ? guerrearmos entre nós pelo poder ? deixarmo-nos cooptar através dos dólares/euros ? ou continuar a luta pela materialização das suas/nossas causas e ideais, no momento e nas circunstâncias de hoje?! Leia mais

1

Quo vadis philosophia?, por Severino Ngoenha e Carlos Carvalho

Feira da Aizade 5

“Para ser de facto amiga do seu tempo, a filosofia moçambicana deve implicar-se nas vicissitudes do País e fazer de Moçambique um espaço epistémico a partir do qual pensar o Mundo; ela deve ousar assumir criticamente e para além das conveniências, os desafios existenciais e aporéticos  do nossa tempo; o que significa militar e ser catalizador para tirar Moçambique da sua estagnação e retrocesso e pô-lo a pedalar ao ritmo dos tempos do mundo. Leia mais