MoçAtlântida
“Platão ensinou-nos a necessidade de sair da caverna, e a mitologia grega sobre a fénix que ressurge das cinzas; nós temos que inventar uma maneira, toda moçambicana, de reemergir das águas fétidas, podres, em que vivemos.” Leia mais
“Platão ensinou-nos a necessidade de sair da caverna, e a mitologia grega sobre a fénix que ressurge das cinzas; nós temos que inventar uma maneira, toda moçambicana, de reemergir das águas fétidas, podres, em que vivemos.” Leia mais
Luís Kandjimbo escreve sobre a tradução em língua portuguesa de uma obra incontornável no domínio da Filosofia Africana, “La Philosophie Bantu” [A Filosofia Bantu] do padre franciscano belga Placide Tempels (1906-1977), escrito originalmente em flamengo e publicada na Bélgica. Leia mais
O tema de Luís Kandjimbo é o hedonismo, doutrina que distingue a Escola Cirenaica formada maioritariamente por filósofos originários e residentes no território da Tripolitania do Império Romano, actual Líbia. Leia mais
Partindo de uma discussão antiga que se actualiza com o conceito de África Global, Luís Kandjimbo ilustrada com breves notas narrativas acerca da obra de Públio Terêncio Afro (185/184-159/158 a.C.), Públio Aneu Floro (70-140) e Apuleio de Madauros (125-180). Leia mais
A Torre de Babel, incomunicabilidade(s), moçambicanidade… Severino Ngoenha e Carlos Carvalho tentam resgatar o sonho de construir um país. Leia mais
Sobre a filosofia medieval africana e o pensamento de Ahmad Baba (1556–1627). Leia mais
Luís Kandjimbo comenta o que se sabe sobre o Tratado sobre a arte de filosofar de Anton W. Afro Amo Leia mais
Anton Wilhelm Amo Afro e a filosofia africana na modernidade Leia mais
Basta referir que a “Inscrição de Shabaka” está situada no tempo, dois mil anos antes de Tales de Mileto. Para saber mais sobre a história da filosofia faraónica é recomendável a leitura do livro publicado pelo filósofo congolês a respeito do qual o falecido filósofo democrata-congolês, Tshiamelanga Ntumba, escreveu o seguinte: “[…] o professor Obenga nos oferece, enfim, uma autêntica história da filosofia africana começando verdadeiramente pelo princípio”. Leia mais
O historiador Derek R Peterson descreve como o falecido John Mbiti é elogiado por indigenizar o cristianismo. No entanto, sua veneração da tradição “africana” também serviu como justificativa teológica para o governo autoritário da Uganda. Leia mais