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OS PARADOXOS DO DIA DO TRABALHO

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O ensaio de Severino Ngoenha analisa os paradoxos do 1º de Maio, que se tornou mais um ritual vazio do que uma celebração viva. O autor destaca a contradição entre a memória da luta revolucionária e a realidade atual de desigualdade, individualismo e amnésia coletiva. Antigos movimentos de libertação tornaram-se gestores do poder, enquanto a ascensão social dissolve a consciência de classe. O texto defende a necessidade de reconstruir o “comum” e uma nova solidariedade coletiva diante da fragmentação atual. Leia mais

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A HOMODISSEIA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: ENTRE O DOMÍNIO PROMETIDO E O DESCARTE HUMANO

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A promessa de domínio da inteligência artificial constitui uma reconfiguração contemporânea da lógica escravocrata, baseada não no domínio real, mas na sua simulação ideológica, que é profundamente desafiadora para as condições da existência humana. GIVERAGE ALVES DO AMARAL1 Nas plataformas… Leia mais

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#241 – Esperança Ativa, com Luiz Eduardo Soares

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No episódio 241 do Filosofia Pop, intitulado ‘Esperança Ativa’, Marcos Carvalho Lopes recebe novamente o antropólogo, cientista político e escritor Luiz Eduardo Soares para uma conversa que parte do contexto sombrio do final de 2025 – com o avanço da… Leia mais