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Quarta-feira de cinzas da teoria: balanço filosófico do carnaval

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O texto propõe um balanço filosófico do carnaval como categoria interpretativa da cultura, mostrando que a tentativa da filosofia de reduzir a polifonia a uma teoria unificadora entra em tensão com a própria lógica da carnavalização. Entre crítica e potência, o carnaval aparece como prática ambígua: pode tanto reproduzir alienações quanto abrir experiências de reconhecimento, conflito e transformação ética e política. Leia mais →

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Profetas do carnaval brasileiro: Merquior e Flusser

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O ensaio analisa como José Guilherme Merquior e Vilém Flusser transformaram o carnaval em chave interpretativa da cultura brasileira. Enquanto Merquior o vê como compensação simbólica perdida no processo de racionalização moderna, Flusser o entende como forma de vida não histórica, ligada ao corpo, ao jogo e à matriz africana. Entre nostalgia e aposta utópica, ambos projetam no carnaval uma promessa de superação da crise ocidental — promessa cuja ambiguidade ainda interpela o presente. Leia mais →

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Carnaval (e carnavalização) entre o Renascimento e a Globalização

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O texto analisa o carnaval como chave interpretativa da cultura ocidental, partindo da leitura de Mikhail Bakhtin, para quem a festa medieval instaurava um “segundo mundo” de inversões simbólicas, riso coletivo e suspensão provisória das hierarquias. Em diálogo crítico com Umberto Eco, Slavoj Žižek e Zygmunt Bauman, o ensaio mostra como essa lógica carnavalesca se transforma na modernidade tardia: de ritual popular potencialmente subversivo, ela passa a operar como forma difusa de espetáculo, consumo e entretenimento permanente. A carnavalização deixa então de ser exceção para tornar-se traço estrutural da vida contemporânea, marcada pela mídia, pelo mercado e por identidades cada vez mais fluidas. Leia mais →

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#241 – Esperança Ativa, com Luiz Eduardo Soares

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No episódio 241 do Filosofia Pop, intitulado ‘Esperança Ativa’, Marcos Carvalho Lopes recebe novamente o antropólogo, cientista político e escritor Luiz Eduardo Soares para uma conversa que parte do contexto sombrio do final de 2025 – com o avanço da… Leia mais →

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#240 – Avesso de Marx, com Crisóstomo de Souza

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Este é o nosso episódio de número 240 e hoje recebemos o filósofo José Crisóstomo de Souza para uma conversa sobre o livro O avesso de Marx. A proposta de Crisóstomo é descentralizar Marx, afastando-se tanto do comunismo especulativo, quanto… Leia mais →

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Decifrando a Legião Urbana: 5 Segredos Filosóficos Que Vão Mudar Como Você Ouve a Banda

Um retrato de Renato

A Legião Urbana é um pilar inabalável do rock brasileiro, cujos hinos atravessam gerações. Para muitos, suas letras são a trilha sonora de momentos decisivos da vida. Contudo, mesmo para o fã mais devoto, existe um universo de intenções filosóficas… Leia mais →

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235.Pobreza, com Alessandro Pinzani e Walquíria Leão Rego

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Este é o nosso episódio 235 e Marcos Carvalho Lopes recebe o filósofo Alessandro Pinzani e a socióloga Walquíria Leão Rego para uma conversa sobre pobreza, autonomia e sofrimento. A partir de suas pesquisas e dos livros Vidas Roubadas e… Leia mais →

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231.Conversa sobre Democracia; com Silvana Ramos

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Este é o nosso episódio de número 231 e recebemos a novamente a professora Silvana Ramos, nossa convidada em março de 2023, para uma nova conversa instigante. Desta vez, o ponto de partida é o livro Ensaios sobre Democracia: Descrições… Leia mais →

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“Entre o Latente e o Mundo: Filosofia como Abertura do Ainda-não”

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Hoje, 30 de junho de 2025, marca o que seria o 94º aniversário de Gilberto Mendonça Teles, poeta e crítico literário brasileiro cuja obra continua a inspirar reflexões profundas sobre linguagem, realidade e filosofia. Publicamos o texto “Entre o Latente e o Mundo: Filosofia como Abertura do Ainda-não”, de Severino Ngoenha, que dialoga diretamente com o poema “Revolução”, de Teles, enviado pelo filósofo Marcos Carvalho Lopes. A obra de Teles, com sua provocação sobre o poder das palavras, segue instigando debates filosóficos e poéticos, como os que Ngoenha explora ao propor o conceito de Reladolia. Esta publicação celebra a memória de Teles e sua contribuição para o pensamento crítico, enquanto convida os leitores a refletirem sobre a potência da linguagem na construção de novos mundos. Leia mais →

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A linguagem humana: a dialética do subjetivo e o objetivo

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Que é o mundo humano senão a objetivação de inusitadas subjetividades ensaio de Gonçalo Armijos Palácios*             Xenófanes queixava-se, aproximadamente 450 anos a.C., do caráter antropológico da religião: “Tudo aos deuses atribuíram Homero e Hesíodo, tudo o que entre os… Leia mais →