OS PARADOXOS DO DIA DO TRABALHO
O ensaio de Severino Ngoenha analisa os paradoxos do 1º de Maio, que se tornou mais um ritual vazio do que uma celebração viva. O autor destaca a contradição entre a memória da luta revolucionária e a realidade atual de desigualdade, individualismo e amnésia coletiva. Antigos movimentos de libertação tornaram-se gestores do poder, enquanto a ascensão social dissolve a consciência de classe. O texto defende a necessidade de reconstruir o “comum” e uma nova solidariedade coletiva diante da fragmentação atual. Leia mais
