Não podemos desistir de Moçambique!
Severino Ngoenha, nos 48 anos de independência de Moçambique, reflete sobre a herença dos embates pela indepenência e clama para que a luta continue. Leia mais
Severino Ngoenha, nos 48 anos de independência de Moçambique, reflete sobre a herença dos embates pela indepenência e clama para que a luta continue. Leia mais
Partindo de cosmogonias eurocentradas, que colocam o homem branco europeu no topo hierárquico, a busca de liberdade e independência se tornam um paradoxo para os demais povos. Leia mais
O 25 de Maio (Dia de África) não é uma efeméride a ser comemorada ou celebrada, é uma intimação existencial de uma África a parir sem anestesias nem peridurais, mas na dor, com lágrimas e sangue. Se não tivermos os tomates das nossas mães que deram à luz sem anestesia nem hospitais, então seremos nós próprios um aborto.
Contra as guilhotinas dos tempos do mundo que vivemos, precisamos -de nos armar – de Azagaias. Leia mais
Neste ensaio Severino Ngoenha, Giverage do Amaral, Augusto Hunguana cantam em despedida do rapper Azagaia Leia mais
Esse ensaio é um réquiem em homenagem a Carlos Carvalho. Leia mais
A linguagem é o elo por meio do qual os valores de uma comunidade se afirmam e perpetuam Leia mais
O aniversário da morte de Eduardo Mondlane é o mote para Severino Ngoenha e Carlos Carvalho reavaliarem seu legadoe a necessidade de imaginar novamente Moçambique Leia mais
O que faremos nos próximos cinquenta anos dos ideais e espírito de Cabral depende nós: abandoná-lo a conferências, prémios, fundações, estudos ? guerrearmos entre nós pelo poder ? deixarmo-nos cooptar através dos dólares/euros ? ou continuar a luta pela materialização das suas/nossas causas e ideais, no momento e nas circunstâncias de hoje?! Leia mais
Dos cínicos hidrocarbonetados/ grafitados/ rubinados/ drogadistas – com a boca na retórica de paz e direitos humanos mas com as mãos no fabrico de armas e guerras – não podemos esperar nenhum Natal… Leia mais
“Para ser de facto amiga do seu tempo, a filosofia moçambicana deve implicar-se nas vicissitudes do País e fazer de Moçambique um espaço epistémico a partir do qual pensar o Mundo; ela deve ousar assumir criticamente e para além das conveniências, os desafios existenciais e aporéticos do nossa tempo; o que significa militar e ser catalizador para tirar Moçambique da sua estagnação e retrocesso e pô-lo a pedalar ao ritmo dos tempos do mundo. Leia mais