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DESPREOCUPADOS RUMO À GUILHOTINA

O 25 de Maio (Dia de África) não é uma efeméride a ser comemorada ou celebrada, é uma intimação existencial de uma África a parir sem anestesias nem peridurais, mas na dor, com lágrimas e sangue. Se não tivermos os tomates das nossas mães que deram à luz sem anestesia nem hospitais, então seremos nós próprios um aborto.

Contra as guilhotinas dos tempos do mundo que vivemos, precisamos -de nos armar – de Azagaias. Leia mais

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Os primeiros 50 anos da vida  post mortem de  Cabral

O que faremos nos próximos cinquenta anos dos ideais e espírito de Cabral depende nós: abandoná-lo a conferências, prémios, fundações, estudos ? guerrearmos entre nós pelo poder ? deixarmo-nos cooptar através dos dólares/euros ? ou continuar a luta pela materialização das suas/nossas causas e ideais, no momento e nas circunstâncias de hoje?! Leia mais

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Quo vadis philosophia?, por Severino Ngoenha e Carlos Carvalho

“Para ser de facto amiga do seu tempo, a filosofia moçambicana deve implicar-se nas vicissitudes do País e fazer de Moçambique um espaço epistémico a partir do qual pensar o Mundo; ela deve ousar assumir criticamente e para além das conveniências, os desafios existenciais e aporéticos  do nossa tempo; o que significa militar e ser catalizador para tirar Moçambique da sua estagnação e retrocesso e pô-lo a pedalar ao ritmo dos tempos do mundo. Leia mais