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Reflexões sobre a liberdade e a arte – W. H. Auden

Feira da Aizade 95

“Os poetas não são, nem nunca foram, os legisladores não reconhecidos do mundo, e é uma boa coisa que eles sejam forçados a perceber isso”, escreve W. H. Auden, contrariando a famosa afirmação do poeta inglês Percy Bysshe Shelley. Aqui, em um texto escrito em 1947, o escritor anglo-americano questiona os limites da liberdade e da arte, seus potenciais e suas interações. Distante da visão romântica da arte, que atribui a ela mais importância do que realmente tem, Auden defende a visão shakespeariana: a arte como um espelho da natureza.. Leia mais

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As Áfricas móveis de Alain Mabanckou

Feira da Aizade 93

Alain Mabanckou vasculha um “celeiro tricontinental” repleto de coisas do passado a fim de esclarecer o presente. De que forma deve ser lida a história colonial? Que significado deve ser dado à restauração do patrimônio cultural africano? E qual é o papel do romancista em tudo isso? O escritor franco-congolês discute essas questões, com toda simplicidade. Leia mais

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Nós, os servos e os guardiões da Terra

Feira da Aizade 90

Para enfrentar o desafio que a crise ecológica global representa na atualidade, há uma necessidade urgente de se recorrer ao repertório filosófico e espiritual da humanidade, pois este nos ensina lições valiosas sobre a importância de cuidar da vida em todas as suas formas. Souleymane Bachir Diagne recorre a essa fonte aqui, misturando o romance filosófico de um acadêmico andaluz do século XII, palavras de sabedoria africana e reflexões de filósofos ocidentais. Nós não somos os mestres e os donos da natureza, adverte-nos o filósofo senegalês. Leia mais