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Diálogo com Fátima Mimbire

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Lutar por Moçambique hoje: a dignidade como condição da República Severino Ngoenha25 de julho de 2026 O Atelier Filosófico prosseguiu o ciclo de reflexões dedicado ao tema Lutar por Moçambique Hoje, inspirado na obra homónima de Eduardo Mondlane. Desde o início, este percurso… Leia mais

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Atelier Filosófico na Beira III

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A literatura, a música e a criação artística como a fundadora pré-história da nossa consciência nacional. 17 de julho de 2026 A realização do Atelier Filosófico na cidade da Beira constituiu um dos momentos mais significativos da história desta iniciativa… Leia mais

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A filosofia como profecia secular e responsabilidade pública

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O texto reflete sobre a ideia de “profecia secular” como imagem da responsabilidade pública da filosofia em Moçambique. A partir da leitura feita por Dom Ernesto Maguengue do livro Memento para Moçambique, Severino Ngoenha interpreta a figura do filósofo não como rei, sacerdote ou técnico da legitimação, mas como alguém capaz de dizer ao poder o que ele não quer ouvir e à comunidade aquilo que ela prefere esquecer. A evocação do profeta Ageu permite pensar o “templo em ruínas” como metáfora da República, da memória pública, da justiça e da dignidade comum. A filosofia aparece, assim, como reconstrução da linguagem coletiva: uma prática crítica que nomeia feridas, enfrenta esquecimentos administrados e afirma Moçambique não apenas como objeto de estudo, mas como lugar legítimo de pensamento, criação conceitual e responsabilidade histórica. Leia mais

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Diálogo com Carlos Martins

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No ensaio “Diálogo com Carlos Martins”, Severino Ngoenha reflete sobre a importância ética e política de não desistir de Moçambique. Num contexto em que as instituições democráticas enfrentam uma profunda crise de confiança, o autor defende que a luta contemporânea pelo país não passa apenas por reformas institucionais, mas pela recusa do desencanto e do abandono. A “ética da permanência” surge como a forma mais profunda de resistência: continuar a acreditar na possibilidade de um espaço comum justo, mesmo diante das fragilidades do presente. Carlos Martins traz a ideia de que preservar a esperança coletiva e o cuidado com as instituições é hoje a principal forma de lutar por Moçambique. Leia mais

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SAIAM DA FRENTE DOS NOSSOS RAIOS DE SOL

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Severino Ngoenha critica a dependência africana contínua em relação às potências externas. Enquanto líderes africanos participam de cimeiras com França, China, EUA e outros, o continente permanece fragmentado e subserviente. Inspirado em Diógenes, o autor convoca a África a romper com a nova servidão, rejeitando tutelas externas e elites internas submissas, e a recuperar sua soberania e unidade continental. Leia mais

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Lutar por Moçambique hoje, sem voz única

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O desafio do comum num debate aberto do Atelier Filosófico Severino Ngoenha9 de maio de 2026 O imprevisto que abriu o essencial O Atelier Filosófico prossegue, em 2026, a sua convocatória: lutar por Moçambique hoje. A cada sessão, uma voz… Leia mais