2024: Da Guerra de Tronos, a Continuar a Luta(r) por Moçambique
Se Game of Thrones pode ensinar-nos alguma coisa, é que, para fazer face ao longo e severo inverno que se aproximava, os beligerantes tiveram de se unir. Leia mais
Se Game of Thrones pode ensinar-nos alguma coisa, é que, para fazer face ao longo e severo inverno que se aproximava, os beligerantes tiveram de se unir. Leia mais
Severino Ngoenha, Giveraz Amaral, Augusto Hunguana e Samuel Ngale nos convidam a pensar sobre os símbolos de natal e seu sentido nos dias que correm. Leia mais
A questão do que é pertencer a espécie humana envia a identificação do que não é humano, ou dos seres (negros) que não são humanos, o que são desprovidos da humanitas, os que como nós caíram e continuam a cair do mau lado de uma linha de demarcação correspondente ao reconhecimento, ou ao pleno reconhecimento da humanidade, mas com o mau gosto de nos imiscuir indevidamente entre os homens.
Pertencer a espécie humana nunca é dada uma vez por todas, trata-se de uma pertença que se faz e se desfaz ao grémio da história e das circunstâncias. Como dizia Erasmus (De pueris instituendis, 1528) “os homens, acredita em mim, não nascem homens: tornam-se”.
A nossa não é uma dialética do esclarecimento (escola de Frankfurt) mas de resistência (Eboussi Boulaga) contra a animalização e de luta a favor de um humano reconhecimento humano.
Eis o sentido terroristico das nossas lutas. Leia mais
“Estamos cientes e conscientes de uma comunicação política (na e da polis) falsa, enganadora, com uma palavra manipulada e manipuladora longe da paresia, virtude (filosófica mas também política) que deveríamos ter herdado de Sócrates, como arte de dizer sempre a verdade, mesmo que por isso tenhamos que pagar um preço elevado.” Leia mais
O ensaio problematiza a culpa e a culpabilidade pelo colonialismo e neocolonialismo. Leia mais
ebook Tcholonadur: entrevistas sobre filosofia africana disponível para download! Leia mais
Severino Ngoenha lista cinco principais obstáculos que geram medo e servidão, dificultando a desobediência civil. Leia mais
O texto recontextualiza as ideias de Filomeno Lopes e Severino Ngoenha quanto a proposta da exposição When We See Us que ao trazer cem anos de representação negra na pintura é mote para refletir sobre o sentido da arte africana Leia mais
O que está em jogo com os BRICS e no Sahel é o futuro das relações entre os impérios do Ocidente e nós, é o significado que queremos que tenham as nossas independências; é o nosso relacionamento de países independentes com os países que se acreditam donos e senhores do mundo. Não podemos, de maneira alguma, ficar alheios e apáticos aos ventos da história em curso. Temos o dever de pensar sobre como nos apropriarmos e fazer nossos esses movimentos de revolução e revolta que se engajam pelo mundo fora, para criarmos um Moçambique e uma África um pouco menos dependente das hegemonias mundiais, das imposições neoliberais e dos economicismos. Leia mais
Existem hoje razões (e vontade) susceptíveis de serem mobilizadoras para a continuação de um projecto comum de nação (e continente), não em termos de fronteiras e nem do passado histórico, mas em termos de presente e de futuro? Leia mais