Essencialismos contemporâneos da Biblioteca Colonial – IV
Sobre as estratégias de enunciação dessas elites intelectuais nativistas na luta contra a biblioteca colonial Leia mais
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Severino Ngoenha lista cinco principais obstáculos que geram medo e servidão, dificultando a desobediência civil. Leia mais
O texto recontextualiza as ideias de Filomeno Lopes e Severino Ngoenha quanto a proposta da exposição When We See Us que ao trazer cem anos de representação negra na pintura é mote para refletir sobre o sentido da arte africana Leia mais
Kandjimbo aborda o discurso ontológico em torno da construção de esencialidades nacionais (angolanidade, cabo-verdianidade e moçambicanidade) na luta anti-colonial. Leia mais
as posições contrárias à suposta bondade da teoria do luso-tropicalismo de Gilberto Freyre (1900-1987), a partir da década de 50 do século XX e ao longo da geração seguinte, configuram a existência de uma produção ensaística publicada, durante o período da luta anti-colonial que, apesar de ser pouco abundante, deve merecer atenção. Leia mais
Fechando a séria de textos sobre Eboussi-Boulaga o professor Lu´[is Kandjimbo aborda sua contribuição para a teologia política africana e a proposta de um Cristianismo sem feitiço. Leia mais
Meditando sobre a morte, Leonardo Boff dialoga com a perspectiva africana descrita pelo filósofo bissau-guineense Filomeno Lopes: da morte como triunfo da vida! Leia mais
O que está em jogo com os BRICS e no Sahel é o futuro das relações entre os impérios do Ocidente e nós, é o significado que queremos que tenham as nossas independências; é o nosso relacionamento de países independentes com os países que se acreditam donos e senhores do mundo. Não podemos, de maneira alguma, ficar alheios e apáticos aos ventos da história em curso. Temos o dever de pensar sobre como nos apropriarmos e fazer nossos esses movimentos de revolução e revolta que se engajam pelo mundo fora, para criarmos um Moçambique e uma África um pouco menos dependente das hegemonias mundiais, das imposições neoliberais e dos economicismos. Leia mais
Para o Muntu, a primeira epifania “não é o espanto nem a admiração, mas apenas a apatia causada pela derrota total”. À derrota subjaz uma oposição dialéctica entre sujeitos autónomos e seus dispositivos filosóficos. De um lado, está o Muntu, sujeito metafísico africano. No lado oposto está o sujeito ocidental que domina no momento com a filosofia que se apresenta como “alegoria do poder de vencedor”. Leia mais
Para muitas pessoas nos países de línguas bantu da África, o termo Ubuntu/botho encapsula todas as qualidades de um membro respeitado da sociedade. Mas o termo também é usado por estudiosos africanistas como uma crítica à doutrina colonialista e até forma o núcleo de uma ideologia humanista sobre a qual a nova África do Sul democrática é construída. Leia mais