A filosofia anti-colonial nos PALOP – II
Kandjimbo rememora, homenageia e avalia o legado dos líderes dos movimentos anti-colonial dos PALOP. Leia mais
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Kandjimbo rememora, homenageia e avalia o legado dos líderes dos movimentos anti-colonial dos PALOP. Leia mais
Na historiografia ocidental as referências à vida e obra da filósofa egípcia, Hipátia de Alexandria (370-415) são tardias. Nesses registos é conotada como filha da Grécia, transmitindo-se a falsa ideia de Alexandria estar situada fora do continente africano. Importa inscrevê-la na galeria das filósofas Africanas, em homenagem a uma verdadeira narrativa que se deve traduzir em História da Filosofia, fundada em coordenadas civilizacionais do tempo e do espaço. Leia mais
Segunda parte da apresentação feita por Luís Kandjimbo das mulheres filósofas, numa focagem particular do seu desdobramento geracional, tendo em conta os temas, as correntes, as posições que concorrem para a sua inscrição no campo da Filosofia Africana. Leia mais
Luís Kandjimbo apresenta as mulheres filósofas, numa focagem particular do seu desdobramento geracional, tendo em conta os temas, as correntes, as posições que concorrem para a sua inscrição no campo da Filosofia Africana. Leia mais
A Antígona não estaria mais próxima de uma experiência africana do que daquilo que comumente chamamos de perspectiva ocidental? Leia mais
O que faremos nos próximos cinquenta anos dos ideais e espírito de Cabral depende nós: abandoná-lo a conferências, prémios, fundações, estudos ? guerrearmos entre nós pelo poder ? deixarmo-nos cooptar através dos dólares/euros ? ou continuar a luta pela materialização das suas/nossas causas e ideais, no momento e nas circunstâncias de hoje?! Leia mais
Os antigos núbios, etíopes e egípcios não queriam ensinar nada além da arte de se comunicar consigo mesmo, com Deus, com os deuses, com o ambiente circundante, com os outros ligados pelo mesmo destino humano de morte e vida abençoada. Leia mais
Dos cínicos hidrocarbonetados/ grafitados/ rubinados/ drogadistas – com a boca na retórica de paz e direitos humanos mas com as mãos no fabrico de armas e guerras – não podemos esperar nenhum Natal… Leia mais
“Para ser de facto amiga do seu tempo, a filosofia moçambicana deve implicar-se nas vicissitudes do País e fazer de Moçambique um espaço epistémico a partir do qual pensar o Mundo; ela deve ousar assumir criticamente e para além das conveniências, os desafios existenciais e aporéticos do nossa tempo; o que significa militar e ser catalizador para tirar Moçambique da sua estagnação e retrocesso e pô-lo a pedalar ao ritmo dos tempos do mundo. Leia mais