Essencialismos contemporâneos da Biblioteca Colonial – III
Kandjimbo aborda o discurso ontológico em torno da construção de esencialidades nacionais (angolanidade, cabo-verdianidade e moçambicanidade) na luta anti-colonial. Leia mais
Kandjimbo aborda o discurso ontológico em torno da construção de esencialidades nacionais (angolanidade, cabo-verdianidade e moçambicanidade) na luta anti-colonial. Leia mais
as posições contrárias à suposta bondade da teoria do luso-tropicalismo de Gilberto Freyre (1900-1987), a partir da década de 50 do século XX e ao longo da geração seguinte, configuram a existência de uma produção ensaística publicada, durante o período da luta anti-colonial que, apesar de ser pouco abundante, deve merecer atenção. Leia mais
Kandjimbo dialoga com a obra antiessencialista do pensador angolano Mário Pinto de Andrade. Leia mais
Fechando a séria de textos sobre Eboussi-Boulaga o professor Lu´[is Kandjimbo aborda sua contribuição para a teologia política africana e a proposta de um Cristianismo sem feitiço. Leia mais
Para o Muntu, a primeira epifania “não é o espanto nem a admiração, mas apenas a apatia causada pela derrota total”. À derrota subjaz uma oposição dialéctica entre sujeitos autónomos e seus dispositivos filosóficos. De um lado, está o Muntu, sujeito metafísico africano. No lado oposto está o sujeito ocidental que domina no momento com a filosofia que se apresenta como “alegoria do poder de vencedor”. Leia mais
Kandjimbo trata da interpretação dos fundamentos do constitucionalismo africano e as respostas aos desafios que as “mudanças inconstitucionais de governos” suscitam no nosso continente. Os exemplos mais recentes vêm dos quatro Estados da África Ocidental e do Sudão. Leia mais
O pretorianismo designa alterações inconstitucionais de regimes políticos causadas por golpes militares. Este é o tema de Luís Kandjimbo aborda em diálogo com a literatura e a filosofia. Leia mais
Luís Kandjimbo continua questionando os pressupostos equivocados da noção de geofilosofia e consequencia de suas cegueiras. Leia mais
Todas as literaturas e filosofias europeias são nacionais. Esta é a conclusão a que se chega, quando se frequenta a leitura dos manuais de história da literatura e da filosofia ocidentais. Para o efeito, basta prestar atenção ao modo como se estabelece a conexão das literaturas e das filosofias com o território nacional. É possível deduzir daí que em África e na Ásia as literaturas e filosofias são igualmente nacionais? Leia mais
do provérbio à tradição de lembranças Leia mais